Versão I e II

Método de leitura e ditado rítmico extraído do catálogo de  « motivos rítmicos » versão I 
com todas as possibilidades de  combinações entre as unidades de tempo simples e composta e suas subdivisões, nos sete tipos de motivos rítmicos musicais.

 
Prefácio

Tudo o que têm estrutura definida é passível de análise podendo listado e catalogado. 
Os sete tipos de motivo rítmico musical se enquadram nesta regra 
vide orígem do motivo rítmico em «momento tônico». 
Graças a fórmulas matemática e ao computador lista-se total e completamente,as subdivisões de unidade de tempo simples e composta que chamamos de "sílabas musicais" e também os motivos rítmicos em  todos os tipos de compassos - simples, compostos e mistos..  

Exemplo na proposta Compasso de 2 tempos, unidade de tempo simples  sem subdivisão. Só existe uma possibilidade para 6 tipos de motivo.

                                                 


         


                                                 sempre em contratempo

 

                                                                        




Motivo pró-atético masculino:

em   contratempo                                  

                                                                         

ou em síncopa                                

     


Motivo pró-atético:

em  contratempo                                                    
  

 ou, em síncope

Os benefícios da listagem completa dos motivos rítmicos em qualquer proposta facilitam a pesquisa  do historiador e compositor; dá abrangência à técnica dos instrumentistas ( para júbilo dos percussionistas ), e, possibilita a organização de métodos de leitura e ditado rítmico em todos os níveis.

Cláudio Stephan  
Setembro - 2000    


Observações sobre o método:

1 - Neste método encontramos divisões e somas das unidades de tempos simples e composta em compassos de 2, 3, 4 e 5 tempos nos sete tipos de motivos.

2 - As unidades de tempo serão semínima simples e composta respectivamente, com 2, 3, 4, 6, subdivisões e a mistura de 2 e 3, 3 e 4 subdivisões.

3 - Na primeira série repetimos os motivos possíveis - na proposta unidade de tempo simples e composta sem subdivisão  - nas fórmulas de compasso mais usadas, e, nos motivos atéticos grafamos em contratempo e síncope na primeira, segunda e terceira série para facilitar a compreensão dos alunos nestas articulações

4 - Se este estiver sendo lido em um PC é só clicar nas palavras azuis para ler os artigos, ouvir  e imprimir os motivos rítmicos.

5 - Leia-se os motivos rítmicos  com tonicidade ou seja com um acento tal qual na linguagem falada a figura ou pausa após a barra de compasso. As figuras da prótese ou seja antes da barra devem crescer dinamicamente até o acento tônico sem interrupção, e, as figuras após o acento tônico (terminação feminina) ler com um diminuendo também sem interrupção:


6 - Na grafia dos motivos das séries abaixo pode-se ver às vezes figuras longas ou entrecortadas com pausa. A substituição por pausa ou alongamento da figura por ligadura não implica na diferença do motivo, só influenciando este fato em ser sincopas ou contratempos.

7 - A barra dupla de linhas simples representa fim parcial ou de  seção e não barra de compasso. Assim como a  barra dupla com linha fina e outra grossa representa fim total:

                      
8 - O  número possível de combinações para cada proposta estará no cabeçalho de cada série, sendo às vezes muito grande mas não infinito.

9 - As possíveis combinações vêm numeradas de acordo com a listagem gerada pela fórmula, ordenando e facilitando o estudo e a pesquisa.

10 - Para maior compreensão incluímos a primeira série no prefácio, pois com  número pequeno combinações tem-se uma visão geral de como serão as propostas com milhares de possibilidades.

  1ª série com todas as possibilidades na proposta:  
unidade de tempo simples e composta; sem subdivisão; 2, 3, e 4 tempos.  
Poderá ser vista e ouvida no shareware do editor musical NWC, incluso.


2ª série   u.t.simples, 2 tempos, DUAS subdivisões em 2/2 e 2/4; 

3ª série I u.t.simples, 3 tempos, DUAS subdivisões ; 3ª série II u.t.simples, 3 tempos, DUAS subd. cont.; 3ª série III continuação - 2 subd. 3 tempos; 

4ª série I mistura 2 tempos (3)2 22; 

4ª série II mistura 2 tempos (3)2 22 - 5/8.

AS SÉRIES COM OUTRAS PROPOSTAS ESTÃO À DISPOSIÇÃO COM: cstephan@terra.com.br


O momento tônico
orígem do motivo rítmico


O momento tônico ou acento tônico norteia: a redação do gramático; a pronúncia do orador; a recitação do poeta  e o canto do músico.   
Toda e qualquer combinação de sons da linguagem falada, e da linguagem musical , necessita de um momento tônico.  
Por que?  
Porque o momento tônico  viabiliza a compreensão das mensagens falada  e musical.
O acento tônico se evidencia por um acento dinâmico em uma das sílabas da palavra falada, e em uma nota ou pausa no motivo da linguagem musical.  
Continuando a fazer um paralelo entre as duas linguagens:

- Na língua portuguesa a aglutinação de sílabas em torno do momento tônico origina quatro tipos de palavras:

classificação     Exemplos musicados
monossílabas formadas por uma  sílaba    
dissílaba formadas por duas sílabas   i-pê  
trissílabas formadas por três   sílabas   or-ques-tra  
polissílabas formadas por quatro ou mais sílabas   a–ma–zo-nas  

- Na linguagem musical a aglutinação de tempos em torno do momento tônico é responsável pelos motivos (compassos) de:  

1 tempo – *?   8 tempos   =  subdivisão de 4 tempos  
2 tempos *   9 tempos   =  composto de 3 tempos *  
3 tempos *   10 tempos =  subdivisão de 5 tempos  
4 tempos *   11 tempos – inteiros ou misto  
5 tempos – inteiros ou misto * 12 tempos = composto de 4 tempos *
6 tempos = composto de 2 tempos *   15 tempos =  composto de 5 tempos  
7 tempos – inteiros ou misto    

 

*? – só é viável quando há aglutinação de vários tempos em movimento rápido  

  * -  mais usados  

Na língua portuguesa a localização do acento tônico  
(não necessariamente assinalado) se classifica por:

classificação exemplo  
oxítonas    pá -  ipê  
paroxítonas piano  - orquestra  
proparoxítonas   tímpanos

  Na linguagem musical a prótese e a terminação feminina e o acento tônico classificam os motivos em sete tipos, dispostos em quatro categorias:  

 1 -  motivo tético 

2 - motivo protético   2a - motivo proatético
(protético-atético)
 
3 - motivo postético 3a -  motivo atético
4 - motivo propostético  4a - motivo  proposatético

Exemplos de palavras musicadas com motivos musicais (compassos)  correspondentes:

Nº. de sílabas   vocábulos:   compassos de:  
monossílabos   1 tempo  
dissílabos i-pê 2 tempos  
trissílabos pi-a-no 3 tempos
polissílabos   a-ma-zo-nas
me-tro-nô-mi-co me-tò-di-ca-men-te
es-cla-re-ci-da-men-te
4 tempos
5 tempos
 6 tempos
7 tempos

Grafia do momento tônico  
   - o grande engano no uso da barra de compasso -

O conceito muito difundido de que a barra de compasso separa e finaliza o compasso, induz aos músicos à desastrosa leitura «barra para barra».

O mau costume de  interromper – se  a emissão sonora a cada barra  de compasso como final de motivo é produto desta prática. Esta leitura é válida somente para a grafia dos motivos tético masculino, e, tético e atético femininos.  
A grafia,  exercícios e execução dos motivos protéticos, e próatéticos não estão descriminados nos métodos de leitura musical ficando os mesmos  sob a responsabilidade da sensibilidade intuitiva dos músicos. Este trabalho pretende preencher esta lacuna.


Resgatando a verdadeira definição e uso da 
«barra de compasso»  

A barra de compasso anuncia o centro tônico do motivo musical e não separa os  compassos como é amplamente divulgado.  
Após a barra, encontra-se o acento tônico do motivo musical e também o acento tônico da palavra ou métrica da versificação quando há um  texto a ser musicado. Por isso deve-se praticar a leitura de música visualizando a barra de compasso como centro tônico do motivo sempre analisando a  possibilidade de prótese e terminação feminina. Desta forma o músico reconhecerá mais rápido o tipo de motivo musical a ser executado.  
Este conceito, pouco difundido devolve à barra de compasso a sua verdadeira função que é a compreensão segura dos sete tipos de motivos da métrica musical  na leitura de uma partitura.   

em tempo:
A barra dupla de linhas simples representa fim parcial ou de seção da música e não estão vinculadas ao anúncio do tempo tônico (1º tempo) como a barra de compasso. Assim também a  barra dupla com uma linha fina e outra grossa representa fim total podendo aparecer a qualquer tempo. E mais
a barra de repetição, e suas possíveis «casas» 1; 2; 3 etc, são colocadas ao final da frase obedecendo as terminações do ultimo motivo. 

                     

Cláudio Stephan  - Setembro 2000

Bibliografia  
Hugo Riemann – fraseologia musical  
Mathis Lucy – ritmo  
Sofia Melo Oliveira – compasso e ritmo, fraseologia musical  


Cláudio Stephan

Método para reconhecimento e leitura de

«Motivos rítmicos» versão II

Extraídos do software gerador de motivos “RithMaker”  desenvolvido por Celso Stephan

  Tudo o que é analisável pode ser listado e catalogado.

Partindo desta premissa chegamos a este que é o resultado da matéria “Motivo Musical” apresentado por três eminentes teóricos: Hugo Riemann –

 Fraseo Musical” – edição Labor; Mathis Lussy –  “O Ritmo Musical, sua origem, função e acentuação” edição Ricordi, e, no “Curso de Música” de Sofia Melo Oliveira –  compêndios “Compasso e Ritmo” e “ Fraseologia Musical” edição particular.

A lógica do motivo musical e o ambiente 1 e 0 do computador foi possível catalogar em sua totalidade os motivos rítmicos: téticos; protéticos; postéticos; propostéticos; proatéticos; posatéticos e proposatéticos em todos os tipos de compassos: simples, compostos e mistos, nas combinações entre as unidades de tempo e em qualquer proposta de subdivisões inclusive suas misturas.

Os benefícios desta listagem completa de motivos rítmicos começam por facilitar:

1º. A pesquisa do compositor e historiador;

2º. Dar abrangência à técnica dos instrumentistas (para júbilo dos percussionistas);

3º. A organização de métodos de leitura e ditado rítmico em todos os níveis.  

O aprendizado do código musical passa pelo entendimento interativo entre o símbolo musical e o som, o primeiro, material e estático, o segundo, imaterial e dinâmico.

Para chegar a este entendimento usam-se artifícios, procurando nestes o caminho particular de cada aluno.

Trabalhos didáticos podem e devem ser adequados à necessidade de cada um, sempre tendo em mente a não deixar lacunas no conhecimento teórico e na prática instrumental.

Lembramos que é difícil contar a pulsação dos tempos dos compassos com suas subdivisões e tocar simultaneamente, portanto é necessária uma atenção especial para esta conquista.

Preparando o aluno para as noções de pulsação sonora e unidade de tempo.
Domínio do tempo  (pulsações e suas divisões)

1ª. Fase – conscientização da divisão do tempo pela pulsação e suas subdivisões:

A -  Dada pelo professor uma pulsação com palmas ou metrônomo o aluno dirá primeiramente o número 1 para cada pulsação, coincidindo pulsação do professor e a fala do aluno.

B - Tomando ciência do andamento desta pulsação o aluno diz dois números: um – dô, sempre coincidindo o número um com a pulsação do professor e o dô será dito na metade do tempo da pulsação do professor,ou seja, duas subdivisões eqüidistantes para cada pulsação externada pelo professor.

C - Continuando o processo o aluno interpõe os números: um – dô – te, também eqüidistantes para cada pulsação, ainda e sempre coincidindo o “um” com a articulação da pulsação do professor.

D - Em seguida o aluno conta: um – dô – te – ka, realizando quatro subdivisões eqüidistantes para cada pulsação realizada pelo professor, sempre coincidindo o “um” com a articulação do professor.

Digamos isto em linguagem musical – O aluno treina a articulação de um som com uma unidade de tempo realizada externamente, em seguida, realiza 2, 3 e 4 subdivisões. Para uma semínima elegida como unidade de tempo o aluno executa  a própria e depois duas e três colcheias e por fim quatro semicolcheias.

Observação - Sugerimos a monossilabização dos números 1 a 10: um – dô – te – ka – ci – sê – sé – to – nó – dé para facilitar a contagem.

2ª. Fase – O aluno articula a pulsação da unidade de tempo com palmas executando com voz: duas, três e quatro subdivisões. (aprendendo a executar as subdivisões equidistantemente):

A – um - para cada palma.

B – um – dô para cada palma.

C – um – dô – te para cada palma.

D - e por fim – um - dô – te - ka para cada palma.

3ª. Fase – O professor: articula a pulsação com voz e ou batuta e o aluno que observa esta pulsação externa e articula as subdivisões eqüidistantes com palma(s) reforçando pela voz cada pulsação.

-Observação: neste momento pode-se introduzir a noção de disciplina de conjunto em relação à batuta do regente:
 atenção - quando a  batuta em riste
, e, à vontade -  batuta para baixo.

Enfatizamos que estes exercícios darão ao aluno a consciência de unidade de tempo e sua subdivisão em até quatro partes.

Coordenação Motora
1 - mímica da regência –

Treinar com o  braço direito a regência dos compassos de 2; 3; 4 tempos, e, simultaneamente com a mão esquerda bater na mesa ou no peito 2, 3, e 4 subdivisões para cada tempo da regência.
                  
2 - Exercícios de articulação dos dedos –
Exercícios de articulação da técnica pianística, como instrumento complementar, se faz necessário para todo instrumentista de sopro, corda e percussão pela conscientização melódica e harmônica que este lhe oferece. Obtem-se excelentes  resultados para coordenação motora e ajudam no domínio  técnico das baquetas, chaves, pistões, orifícios e cordas dos instrumentos musicais.
Na impossibilidade imediata de um piano indicamos 5 exercícios que poderão ser trabalhados sobre uma mesa.
Preparação da forma da mão - abandonado relaxadamente os braços ao longo do corpo, as mãos tomarão  a forma natural do indivíduo. Leva-se uma das mãos sobre a mesa, apoiando-se os dedos em sua superfície. Sem abandonar o contato dos dedos com a mesa:
1 - articula-se oito vezes cada dedo, obrigando-os a realizar o maior curso possível, no levantar e abaixar de cada articulação. Este exercício se faz com mãos separadas.
2- Agora seguindo o mesmo processo, coloque ambas as mãos sobre a mesa, articule juntos os polegares, em seguida, indicadores, médios, anulares e mindinhos.
3 – Fixando-se o polegar e indicador na superfície articula-se os dedos -  médio, anular e mindinho em seqüência. Primeiramente lentamente,  apressando conforme domínio destas articulações.
4 - Fixando-se o mindinho e anular na superfície articula-se os dedos -  médio, indicador e polegar em seqüência. Primeiramente lentamente, apressando conforme domínio destas articulações.
5  - Fixando-se o anular e indicador na superfície articula-se os dedos - polegar, médio e mindinho em seqüência. Começar lentamente, apressando conforme o domínio destas articulações. Observação - dar maior atenção aos dedos: médio e anular.

Domínio do som

1 – Conscientização por parte do aluno de: som grave, médio e  agudo – tessitura – escala “ascendente” “descendente”.

2 – No âmbito da tessitura do aluno,  treina-lo e automatizar o mais possível à fala e entoação da escala:

dó; ré; mi; fá; sol; lá; si; dó; ré; mi – mi; ré dó; si; lá; sol; fá; mi; ré; dó,

3 - Noções de “intervalo” ou relação entre os sons conjuntos; tom e semitom, e as relações de 2ª. 3ª. 4ª. 5ª. 6ª. 7ª. e 8ª..

O acompanhamento das questões  teóricas deste método pode ser feito pelo Curso de Música “ Arsis” no site  www.stephan.mus.br. Para imediata compreensão dos “motivos” deste método esclarecemos abaixo as noções principais que nos levaram a este resultado.

Teoria do momento tônico

“O momento tônico ou acento tônico norteia: a redação do gramático; a pronúncia do orador; a recitação do poeta  e o canto do músico”.

Toda e qualquer combinação de sons da linguagem falada; e da linguagem musical; , necessita de um momento tônico. Por quê? Porque o momento tônico  viabiliza a compreensão pelo nosso cérebro das mensagens falada  e musical. O acento tônico se evidencia por um acento dinâmico em uma das sílabas da palavra falada, e em uma nota ou pausa no motivo da linguagem musical.

Fazendo um paralelo entre a linguagem falada e musical:

No idioma português a aglutinação de sílabas em torno do momento tônico origina quatro tipos de palavras:

Classificação

Exemplo

monossílabas  - formadas por uma  sílaba

dissílaba - formadas por duas sílabas

i-pê

trissílabas - formadas por três   sílabas

or-ques-tra

polissílabas - formadas por quatro ou mais sílabas

a–ma–zo-nas

 

 

 

 

  Na linguagem musical a aglutinação de tempos em torno do momento tônico é responsável pelos motivos (compassos) de:

1 tempo – *?

2 tempos *

3 tempos *

4 tempos *

5 tempos = inteiros ou compasso misto *

6 tempos = composto de 2 tempos *

7 tempos – inteiros ou compasso misto

8 tempos = subdivisão de 4 tempos

9 tempos = composto de 3 tempos *

10 tempos = subdivisão de 5 tempos

11 tempos = inteiros ou compasso misto

12 tempos = composto de 4 tempos *

15 tempos = composto de 5 tempos

 ? – só é viável quando há aglutinação de vários tempos em movimento rápido                * - mais usados

  No idioma postuguês a localização do acento tônico (não necessariamente assinalado) se classifica por:

 

Classificação

Exemplo

oxítonas

 pá -  ipê

Paroxítonas

piano  - orquestra

proparoxítonas

mpanos 

 

Na linguagem musical o acento tônico a prótese e a terminação pos  classificam os motivos em sete tipos, dispostos em quatro categorias:

1º. - motivo tético

2º. - motivo protético

2ºa - motivo pro-atético (protético-atético)

3º. – motivo postético

3ºa -  motivo posatético

4º. - motivo propostético

4ºa - motivo  pro-posatético

Observação – Não estamos considerando o silêncio, ou seja, a ausência de articulação – motivo atético – como se verá adiante

   

Exemplos de palavras musicadas e motivos musicais (compassos) correspondentes: Name=oricompa; HotwordStyle=BookDefault;  Name=dissi; HotwordStyle=BookDefault;

Name=trissi; HotwordStyle=BookDefault;             Name=poli4; HotwordStyle=BookDefault;

Name=poli6; HotwordStyle=BookDefault; Nº. de sílabas

vocábulos:

compassos de:

monossílabos

           1 tempo

dissílabos

i-pê

2 tempos

trissílabos

pi-a-no

3 tempos

polissílabos

a-ma-zo-nas

me-tro-nô-mi-co

me-tò-di-ca-men-te

es-cla-re-ci-da-men-te

4 tempos

5 tempos

6 tempos

7 tempos

 

 

                                  

 

 

 

 

 

 

 

 

Grafia do momento tônico - o grande engano no uso da barra de compasso –  

O conceito muito difundido de que a barra de compasso separa e finaliza o compasso, induz os músicos à desastrosa leitura «barra para barra». Leitura esta somente válida para os motivos: atético; tético; postético; atético e posatético.

Leitura esta que anula a compreenção dos motivos protético; propostético, proatético e proposatético.                     

Resgatando a verdadeira definição e uso da «barra de compasso»

A barra de compasso anuncia o centro tônico do motivo musical e não separa os  compassos como é amplamente divulgado. Após a barra, encontra-se o acento tônico do motivo musical e também o acento tônico da palavra ou métrica da versificação quando há um  texto a ser musicado. Por isso deve-se praticar a leitura de música visualizando a barra de compasso como centro tônico do motivo sempre analisando a possibilidade de prótese e terminação pos (feminina). Desta forma o músico reconhecerá mais rápido o tipo de motivo musical a ser executado. Este conceito, pouco difundido devolve à barra de compasso a sua verdadeira função que é a compreensão segura dos sete tipos de motivos da métrica musical  na leitura de uma partitura.

Observação – O motivo atético pela sua natureza não é considerado aqui.

  Observações sobre o método: Apresentado em tres formas: gráfica; CD e no site www.stephan.mus.br.  No CD e www é possível adequar e imprimir aulas conforme a necessidade do (s) aluno(s).

1 – Nos lições 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8 e 9  grafamos todas as possibilidades de 2; 3; 4; 5; 6; 7 e  8 subdivisões das unidades de tempo simples e composta.
 Acrescentamos uma contagem de auxílio que pode ser substituída conforme a orientação do professor.

2 - A
figura  usada como unidade de tempo  é a semínima
simples e composta.
3 – N
as lições 3a; 4a; 4b; 5a; 6a; 6b; 7a; 7b; 8a; 8b; 8c; 10; 11; 12; 12a; 13a; 13b e 14 propomos motivos rítmicos possíveis com o número de subdivisão da u.t..

4 - Se este estiver sendo lido em um PC é só clicar nos “links” para ver, ouvir e imprimir os motivos rítmicos através do editor musical N.W.C (shareware que acompanha o CD).

5 – Enfatizamos que a barra dupla de linhas simples representa fim parcial ou de seção, e, a barra dupla com linha fina e outra grossa representa fim total e não devem ser confundidas com barra de compasso. Observação importante: estas barras podem ser usadas a qualquer tempo.
6 - O número possível de combinações para cada proposta está indicado no í
ndice. Os números dos resultados englobam todas as possibilidades inclusive as das propostas anteriores.
7 - Das propostas 10 em diante listamos um número de exercício que consideramos suficiente para o aluno resolver por si as outras milhares de variações. 

ÍNDICE

Proposta de u.t. simples e composta, e, de motivos (compassos) simples e compostos.

No. de figuras ou pausas: 
na subdivisão da u.t.
, ou nos motivos.

Resultado das propostas:  
Das subdivisões da u.t. e dos motivos.

1 - Pausa ou negação de articulação. ABRIR

0

1

2 - Uma articulação e uma pausa por unidade de tempo simples e composta. ABRIR

1

2

3 - u.t. simples com  duas subdivisões. ABRIR 
3a  – Motivos de dois tempos u.t. simples e composta sem subdivisão. ABRIR

 

2

 

4

4 – u.t. composta com três subdivisões. ABRIR .
4a – motivos de dois tempos – u.t. simples e composta sem subdivisão. ABRIR 4b - Motivos de três tempos, u.t. simples e composta sem subdivisão. ABRIR

 

 

 

3

 

 

 

8

5 – u.t. simples com duas e quatro subdivisões. ABRIR
5a - Motivos de quatro tempos, unidades de tempo simples e composta sem subdivisão.  ABRIR

 

 

4

 

 

16

6 – u.t.. simples e composta com cinco subdivisões – quintolet ou quintina. ABRIR 
6a -  Motivos de cinco tempos: tético; atético; postético e posatético. ABRIR 6b - Motivos de três tempos, u.t. simples e composta, sem subdivisões. ABRIR

 

5

 

 

32

7 – u.t. composta com seis subdivisões;ABRIR
7a -  motivos de três tempos com primeira subdivisão: tético; atético; postéticos e posatéticos; ABRIR
7b - motivos de duas u.t. compostas, primeira subdivisão: tético; atético; postéticos e posatéticos. ABRIR

 

 

 

6

 

 

 

64

8 -  U.T. simples e composta com sete subdivisões –  setina ou septolet;ABRIR
 8a - Motivos de  dois e quatro tempos,  u.t. simples sem subdivisão. ABRIR
8b - Motivo de quatro tempos. u.t. composta sem subdivisão. ABRIR

 

 

 

 

7

 

 

 

 

128

9 – u.t.. simples com oito subdivisões. ABRIR

8

256

10 – motivos de cinco tempos unidade de tempo simples e composta, sem subdivisão.

9

512

 

10

1.024

11 - Motivos de dois tempos, u.t. composta, três subdivisões. ABRIR

11

2.048

 

12

4.096

 

13

8.192

 

14

16.384

12 – Motivos de dois tempos, u.t. simples com duas e quatro subdivisões. ABRIR
12a – Motivos de quatro tempos u.t. simples com duas  subdivisões. ABRIR

 

15

 

 

32.768

 

16

65.536

 

17

131.072

 

18

262.144

 

19

524.288

 

20

1.048.576

 

21

2.097.152

 

22

4.194.304

13 – Motivos de três tempos, u.t. simples com duas e quatro  subdivisões. ABRIR
13a – Motivos de dois tempos u.t. composta com seis subdivisões. ABRIR
13b – Motivos de quatro tempos, u.t. composta, com três subdivisões. ABRIR

 

 

 

23

 

 

 

 

 

8.388.608

 

24

16.777.216

 

25

33.554.432

 

26

67.108.864

 

27

134.217.728

 

28

268.435.456

 

29

536.870.912

 

30

1.073.741.824

14 – Motivos de quatro tempos, u.t. simples com quatro subdivisões. ABRIR

31

2.147.482.648